sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
FIA = RIDÍCULO!
FIA sugere criação de uma "zona de ultrapassagem"
Pilotos teriam 600 metros na reta principal para usar asa móvel e fazer manobra
SÃO PAULO (não me surpreende) – Eu não tenho dúvidas de que o mundo passa por um surto endêmico de burrice. Ela se manifesta “em todos os níveis”, como dizem os enroladores profissionais. Um desses níveis, claro, é a Fórmula 1. Prega-se redução de custos e, ao mesmo tempo, inventam-se bobagens que só aumentam os custos e criam confusão. Lamentam-se as dificuldades de sobrevivência e criam-se outras maiores ainda. Para matar os que não se enquadram, levá-los à bancarrota, instituir uma lei de Darwin ditada pelo poder econômico.
A última da FIA é divertidíssima. Delimitar “zonas de ultrapassagem” nas pistas, onde possa ser usada a brilhante asa móvel inserida no regulamento deste ano. Mais ou menos como se a Fifa determinar que chutes a gol só possam ser efetuados a partir de áreas previamente estabelecidas, desde que os zagueiros estejam a uma distância pré-estabelecida e os goleiros, com os dois pés no chão e as mãos erguidas à altura do peito.
Comecemos com a asa móvel, uma estupidez sem tamanho. Carro não é avião. A aerodinâmica que atua sobre o automóvel tem de ser estática, rabiscada numa prancheta, estudada por projetistas espertos e inteligentes. Ponto, acabou aí. Acionar flaps é coisa para comandante da Varig. Piloto, na medida do possível, deveria apenas usar os pés para acelerar e frear, como se faz num carro de rua, e as mãos para trocar as marchas e virar o volante. Como se faz, ainda, em alguns carros de rua.
Todo o resto é perfumaria invisível a olho nu que não interessa em nada a quem sustenta o espetáculo, o cara na arquibancada e o outro no sofá da sala diante da TV. Em vez de fomentar a criatividade de engenheiros e estimular o talento e o arrojo de quem pilota, os regulamentos procuram normatizar tudo, criar regras até para o orgasmo de uma corrida, que é o momento de ultrapassar, o “feeling” de quem está no cockpit, aquilo que diferencia um cara que dirige um carro de outro que pilota.
Agora, essa das zonas de ultrapassagem. Não vai vingar, não pode, porque é idiota demais até para quem acha, como a FIA, que tem recursos tecnológicos infalíveis para controlar a distância entre um carro e outro o tempo todo. E as asas móveis deveriam ser banidas já. Se está difícil de ultrapassar, não é criando normas para isso que se vai resolver o problema.
O Kers é outra tolice, dispendiosa e artificial. Já deu errado dois anos atrás, o que faz com que se imagine que vai dar certo agora? Só atrapalha na hora de projetar o carro, é mais uma traquitana para quebrar, dar defeito, e, de novo, separa as equipes em dois grupos, os que têm grana para desenvolver e os que não têm e, por isso, ficam ainda mais para trás.
O que se quer é criar regras para tudo. O planeta está assim. Aqui pode, ali não pode. Isso é permitido, aquilo, não. Entre por lá, saia por acolá. Vista-se assim, dispa-se assado. Não ria, não olhe para a câmera, pare, siga, pague, digite a senha, retire o cartão, disque 1 para saldo, 2 para mudar de plano, 9 para falar com nossos atendentes.
Mundo chato da porra.
por Flávio Gomes
Pilotos teriam 600 metros na reta principal para usar asa móvel e fazer manobra
SÃO PAULO (não me surpreende) – Eu não tenho dúvidas de que o mundo passa por um surto endêmico de burrice. Ela se manifesta “em todos os níveis”, como dizem os enroladores profissionais. Um desses níveis, claro, é a Fórmula 1. Prega-se redução de custos e, ao mesmo tempo, inventam-se bobagens que só aumentam os custos e criam confusão. Lamentam-se as dificuldades de sobrevivência e criam-se outras maiores ainda. Para matar os que não se enquadram, levá-los à bancarrota, instituir uma lei de Darwin ditada pelo poder econômico.
A última da FIA é divertidíssima. Delimitar “zonas de ultrapassagem” nas pistas, onde possa ser usada a brilhante asa móvel inserida no regulamento deste ano. Mais ou menos como se a Fifa determinar que chutes a gol só possam ser efetuados a partir de áreas previamente estabelecidas, desde que os zagueiros estejam a uma distância pré-estabelecida e os goleiros, com os dois pés no chão e as mãos erguidas à altura do peito.
Comecemos com a asa móvel, uma estupidez sem tamanho. Carro não é avião. A aerodinâmica que atua sobre o automóvel tem de ser estática, rabiscada numa prancheta, estudada por projetistas espertos e inteligentes. Ponto, acabou aí. Acionar flaps é coisa para comandante da Varig. Piloto, na medida do possível, deveria apenas usar os pés para acelerar e frear, como se faz num carro de rua, e as mãos para trocar as marchas e virar o volante. Como se faz, ainda, em alguns carros de rua.
Todo o resto é perfumaria invisível a olho nu que não interessa em nada a quem sustenta o espetáculo, o cara na arquibancada e o outro no sofá da sala diante da TV. Em vez de fomentar a criatividade de engenheiros e estimular o talento e o arrojo de quem pilota, os regulamentos procuram normatizar tudo, criar regras até para o orgasmo de uma corrida, que é o momento de ultrapassar, o “feeling” de quem está no cockpit, aquilo que diferencia um cara que dirige um carro de outro que pilota.
Agora, essa das zonas de ultrapassagem. Não vai vingar, não pode, porque é idiota demais até para quem acha, como a FIA, que tem recursos tecnológicos infalíveis para controlar a distância entre um carro e outro o tempo todo. E as asas móveis deveriam ser banidas já. Se está difícil de ultrapassar, não é criando normas para isso que se vai resolver o problema.
O Kers é outra tolice, dispendiosa e artificial. Já deu errado dois anos atrás, o que faz com que se imagine que vai dar certo agora? Só atrapalha na hora de projetar o carro, é mais uma traquitana para quebrar, dar defeito, e, de novo, separa as equipes em dois grupos, os que têm grana para desenvolver e os que não têm e, por isso, ficam ainda mais para trás.
O que se quer é criar regras para tudo. O planeta está assim. Aqui pode, ali não pode. Isso é permitido, aquilo, não. Entre por lá, saia por acolá. Vista-se assim, dispa-se assado. Não ria, não olhe para a câmera, pare, siga, pague, digite a senha, retire o cartão, disque 1 para saldo, 2 para mudar de plano, 9 para falar com nossos atendentes.
Mundo chato da porra.
por Flávio Gomes
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Fotos do pedal de domingo dia 30 em Cosmópolis/SP
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Downhill Urbano de Santos - Organização altera percurso
Competição acontece de 4 a 6 de fevereiro
A 9ª edição da Descida das Escadas de Santos, a principal prova de downhill urbano do Brasil, que acontece de 4 a 6 de fevereiro na cidade do litoral de São Paulo, promete se destacar não só pela competitividade, mas também pela velocidade. Com a adoção de pisos de madeira em duas das curvas do percurso de 417 degraus, 650 metros de extensão e 147 metros de desnível, a tendência é de obtenção de recordes em todas sete as categorias.
A 9ª edição da Descida das Escadas de Santos, a principal prova de downhill urbano do Brasil, que acontece de 4 a 6 de fevereiro na cidade do litoral de São Paulo, promete se destacar não só pela competitividade, mas também pela velocidade. Com a adoção de pisos de madeira em duas das curvas do percurso de 417 degraus, 650 metros de extensão e 147 metros de desnível, a tendência é de obtenção de recordes em todas sete as categorias.
Se em 2010 o tempo do campeão Filip Polc, o Polcster, da Eslováquia, ficou abaixo de 1min, a expectativa para esse ano é de marcas entre três e cinco segundos menores. A velocidade nos trechos mais rápidos deverá ultrapassar a barreira dos 60 km/h, contra 55 km/h da edição anterior. As alterações serão feitas no início e no final do percurso. Os bikers terão que aliar velocidade, técnica e ainda mais concentração para não cometerem erros.
Somados as dificuldades técnicas com o nível dos participantes confirmados, a garantia é da edição mais disputada da história da prova de Santos, uma das mais baladas do calendário mundial do downhill urbano. "Este ano, para se garantir entre os cinco primeiros colocados, o biker terá que pedalar muito", afirmou Wallace Miranda, bicampeão em 2008 e 2009, terceiro colocado em 2010. "As alterações serão boas não apenas para nós, competidores, mas também para quem assistir à competição, tanto no Monte Serrat quanto pela televisão", afirmou o eslovaco Filip Polc, atual campeão.
Já são mais de 100 atletas inscritos brasileiros e estrangeiros de oito países (Inglaterra, Chile, Equador, Estados Unidos, França, Portugal, Equador e África do Sul). Entre eles, destacam-se alguns dos principais nomes do downhill como o português Paulo Domingues (campeão do downhill urbano de Lisboa, uma das principais provas do mundo), o sulafricano Greg Minnar, tricampeão do mundo, além do próprio Polc, atual campeão da Escadaria de Santos. Na prova feminina, os destaques são as brasileiras Luana Oliveira e Bruna Ulrich, a francesa Emmeline Ragot, atual nº 2 do ranking mundial, a inglesa Fionn Griffiths, a norteamericana Katie Holden e a equatoriana Diana Margraff, campeã da prova em 2004.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Ferrari mostra o F150 e é a primeira equipe a apresentar novo carro
Os pilotos Felipe Massa e Fernando Alonso participaram nesta sexta-feira do lançamento do novo carro da Ferrari, o F150, e cerimônia realizada na sede da equipe em Maranello, na Itália
O modelo é visualmente bem parecido com o da temporada passada, mas apresenta um design mais agressivo, uma nova logomarca e também conta com a bandeira italiana na parte de trás da asa traseira. Afinal, o F150 homenageia os 150 anos da unificação da Itália.
Segundo o espanhol Alonso, as mudanças são uma motivação a mais. “Será um novo desafio, com mudanças nas regras e os pilotos tendo que se adaptar ao novo estilo de pilotagem e ao Kers. Mas esse carro é fruto de muitos meses de trabalho, e estamos prontos para o desafio”, disse o espanhol.
Chefe da Ferrari, Stefano Domenicali admitiu que ainda há mudanças a serem feitas: “O carro tem um regulamento técnico diferente do passado, então priorizamos a confiabilidade, que foi a base do nosso trabalho. Queremos chegar à primeira corrida com todos os detalhes prontos", disse.
Fonte/ UOL/esportes
O modelo é visualmente bem parecido com o da temporada passada, mas apresenta um design mais agressivo, uma nova logomarca e também conta com a bandeira italiana na parte de trás da asa traseira. Afinal, o F150 homenageia os 150 anos da unificação da Itália.
O carro tem o bico alto e conta com as asas flexíveis dianteiras, assim como o modelo da Red Bull em 2010. Há mudanças também no difusor, que ficou simples devido às novas regras. A entrada de ar é maior e a asa traseira também veio com modificações aerodinâmicas.
Segundo o espanhol Alonso, as mudanças são uma motivação a mais. “Será um novo desafio, com mudanças nas regras e os pilotos tendo que se adaptar ao novo estilo de pilotagem e ao Kers. Mas esse carro é fruto de muitos meses de trabalho, e estamos prontos para o desafio”, disse o espanhol.
Felipe Massa voltou a deixar claro seu desejo de apagar a má temporada de 2010 e também se mostrou animado com o novo carro.
“É muito importante para a gente, estou muito motivado e empolgado, pois acompanhei o desenvolvimento do carro e estou ansioso para começar esse novo ano”, afirmou o brasileiroChefe da Ferrari, Stefano Domenicali admitiu que ainda há mudanças a serem feitas: “O carro tem um regulamento técnico diferente do passado, então priorizamos a confiabilidade, que foi a base do nosso trabalho. Queremos chegar à primeira corrida com todos os detalhes prontos", disse.
Fonte/ UOL/esportes
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Fittipaldi faz parceria com equipe de mountain bike
A marca de bicicletas Scott apresentou, na semana passada, sua nova equipe de mountain bike, já pensando na classificação para as Olimpíadas de 2012, em Londres, e 2016, no Rio de Janeiro. Para dar mais credibilidade ao projeto, a empresa fechou uma parceria com o ex-piloto de Fórmula 1 e atualmente na Stock Car, Christian Fittipaldi.
Acreditando nas chances do grupo formado por atletas como Edivando Cruz, Fred Mariano, Odai Pereira, João Paulo e Márcio Ravelli, dez vezes campeão brasileiro na categoria, Fittipaldi lembra da carreira de seu tio Emerson.
"Nós, como brasileiros, nunca imaginávamos que teríamos, em 1972, um campeão mundial de Fórmula 1 e, da mesma forma, em 1975, um carro de F-1 totalmente brasileiro. Todo projeto começa com um sonho e sonhar não tem limites", afirmou.
Além das vagas nos jogos olímpicos, a parceria Scott-Fittipaldi também quer incentivar as novas gerações a praticarem o esporte.
Conheça agora, os atletas da Scott-Fittipaldi:
Edivando Cruz:
Categoria Elite
Atleta Olímpico e diversas vezes campeão brasileiro de cross-country e também do ranking CBC de Mountain Bike.
Fred Mariano:
Categoria Sub-23.
Campeão Brasileiro Junior em 2009 e do Shimano Short Track no mesmo ano. Atual campeão da copa Internacional categoria Sub-23. Grande promessa do Mountain Bike Nacional.
Odair Pereira:
Categoria Elite
Atleta com grande experiência no Mountain Bike, já competiu e morou no exterior, participou de grandes provas internacionais como o campeonato Americano de Cross-Country, assim, como foi o primeiro brasileiro a competir na modalidade Short Track, em 1999 em Utah, USA.
João Paulo Firmino:
Categoria Elite.
JP, como carinhosamente é chamado, competirá exclusivamente em maratonas, buscando a vitória nas principais corridas do país, como: Big Biker, GP Ravelli, Desafio da Mantiqueira, Copa Endurance entre outras. Atleta top 3 no Shimano Short Track 2009. Vencedor do Claro 100k de Brasilia, categoria MTB.
Márcio Ravelli:
Categoria Master.
Atleta Olímpico e Multi-campeão Brasileiro de cross-country na categoria Elite, Ravelli busca o titulo mundial Master de cross-country em 2011. Chegou em terceiro no Mundial em 2010 e está em plena forma física.
Acreditando nas chances do grupo formado por atletas como Edivando Cruz, Fred Mariano, Odai Pereira, João Paulo e Márcio Ravelli, dez vezes campeão brasileiro na categoria, Fittipaldi lembra da carreira de seu tio Emerson.
"Nós, como brasileiros, nunca imaginávamos que teríamos, em 1972, um campeão mundial de Fórmula 1 e, da mesma forma, em 1975, um carro de F-1 totalmente brasileiro. Todo projeto começa com um sonho e sonhar não tem limites", afirmou.
Além das vagas nos jogos olímpicos, a parceria Scott-Fittipaldi também quer incentivar as novas gerações a praticarem o esporte.
Conheça agora, os atletas da Scott-Fittipaldi:
Edivando Cruz:
Categoria Elite
Atleta Olímpico e diversas vezes campeão brasileiro de cross-country e também do ranking CBC de Mountain Bike.
Fred Mariano:
Categoria Sub-23.
Campeão Brasileiro Junior em 2009 e do Shimano Short Track no mesmo ano. Atual campeão da copa Internacional categoria Sub-23. Grande promessa do Mountain Bike Nacional.
Odair Pereira:
Categoria Elite
Atleta com grande experiência no Mountain Bike, já competiu e morou no exterior, participou de grandes provas internacionais como o campeonato Americano de Cross-Country, assim, como foi o primeiro brasileiro a competir na modalidade Short Track, em 1999 em Utah, USA.
João Paulo Firmino:
Categoria Elite.
JP, como carinhosamente é chamado, competirá exclusivamente em maratonas, buscando a vitória nas principais corridas do país, como: Big Biker, GP Ravelli, Desafio da Mantiqueira, Copa Endurance entre outras. Atleta top 3 no Shimano Short Track 2009. Vencedor do Claro 100k de Brasilia, categoria MTB.
Márcio Ravelli:
Categoria Master.
Atleta Olímpico e Multi-campeão Brasileiro de cross-country na categoria Elite, Ravelli busca o titulo mundial Master de cross-country em 2011. Chegou em terceiro no Mundial em 2010 e está em plena forma física.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Cromaz - a rede social do Brasil
Você sabia que o Twitter colocou, em seus primeiros 9 meses, 20.000 usuários conectados ao seu sistema? E que o Facebook fechou seu primeiro mês com 10.000 usuários?
Pois é, o Cromaz, a primeira rede social totalmente brasileira, está no seu 12º dia de vida com 27.000 usuários conectados (eita!). O legal do Cromaz é que você conhece pessoas com os mesmos interesses que os seus, no mesmo bairro e na mesma RUA que a sua!
http://www.cromaz.com/
Pois é, o Cromaz, a primeira rede social totalmente brasileira, está no seu 12º dia de vida com 27.000 usuários conectados (eita!). O legal do Cromaz é que você conhece pessoas com os mesmos interesses que os seus, no mesmo bairro e na mesma RUA que a sua!
http://www.cromaz.com/
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Sete mil devem participar da 3ª edição do World Bike Tour em SP
Passeio começa às 9h desta terça-feira.
Evento é realizado todo ano em quatro cidades do mundo.
A terceira edição do World Bike Tour deverá reunir sete mil ciclistas na capital paulista que vão pedalar da Ponte Octávio Frias de Oliveira até a Cidade Universitária, nesta terça-feira (25), aniversário de São Paulo. O passeio começa às 9h.
Da ponte, os ciclistas seguirão pela pista expressa da Marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, até a saída para a pista local, perto da Avenida dos Semaneiros. O percurso inclui a Praça Arcipreste Anselmo de Oliveira, Ponte Cidade Universitária e Rua Alvarenga. O passeio termina no Velódromo da Cidade Universitária.
As ruas ficarão interditadas até às 14h desta terça. O evento é realizado todo ano em quatro cidades do mundo - Lisboa e Porto, em Portugal; Madri, na Espanha; e São Paulo.
Inclusão
A inclusão social também será destaque na terceira edição do Bike Tour, com a presença de cem deficientes visuais e físicos. A organização forneceu aos participantes todos os equipamentos necessários. Além disso, irá controlar o ritmo do passeio para evitar acidentes.
Fonte / G1
Evento é realizado todo ano em quatro cidades do mundo.
A terceira edição do World Bike Tour deverá reunir sete mil ciclistas na capital paulista que vão pedalar da Ponte Octávio Frias de Oliveira até a Cidade Universitária, nesta terça-feira (25), aniversário de São Paulo. O passeio começa às 9h.
Da ponte, os ciclistas seguirão pela pista expressa da Marginal Pinheiros, sentido Castello Branco, até a saída para a pista local, perto da Avenida dos Semaneiros. O percurso inclui a Praça Arcipreste Anselmo de Oliveira, Ponte Cidade Universitária e Rua Alvarenga. O passeio termina no Velódromo da Cidade Universitária.
As ruas ficarão interditadas até às 14h desta terça. O evento é realizado todo ano em quatro cidades do mundo - Lisboa e Porto, em Portugal; Madri, na Espanha; e São Paulo.
Inclusão
A inclusão social também será destaque na terceira edição do Bike Tour, com a presença de cem deficientes visuais e físicos. A organização forneceu aos participantes todos os equipamentos necessários. Além disso, irá controlar o ritmo do passeio para evitar acidentes.
Fonte / G1
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