sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Quem disse que não pode usar WD-40 na bike?

Sempre que se fala em lubrificação o contra exemplo é o popular óleo faz-tudo WD-40. Ele limpa e protege. Não lubrifica, pois essa não é uma característica sua, devido muito provavelmente a aditivação que recebe (ou não). Assim, em uma corrente por exemplo, ele logo será lançado fora dos elos por ação das forças, deixando a corrente praticamente seca. Por outro lado, ajuda, e muito, na ação repelente contra a água, dar brilho aos cromados e peças plásticas, tirar piche da lataria, etc.



Vou parar por aqui por que ele, como o bombril, tem mais de mil e um usos. O que quero contar é o lançamento que será feito na Interbike: WD-40 bike! Finalmente teremos um lubrificante especial para correntes (seco ou úmido), um desengraxante pesado e um protetor de quadro.




Os produtos foram desenvolvidos com a ajuda de lojistas e mecânicos de bicicletas americanos. A partir da Interbike, que será em Las Vegas, de 17 a 21 de setembro, o produto estará disponível para venda. Infelizmente apenas para o mercado americano. Mais detalhes sobre o produto em www.wd40bike.com a partir de setembro. Vamos torcer para o produto desembarcar em terras brasileiras.

fonte pedal.com

Parabéns Campinas ''Taquaral"


A "Brasil e Movimento" está implantando em Campinas/SP o mesmo Sistema Público de Transporte de Bicicletas da cidade de Barcelona/ESP.


O projeto se inicia no próximo sábado, à partir das 9h, na Lagoa do Taquaral.
Estão todos convidados !!!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ciclovia Campinas - Valinhos - Vinhedo terá 11 quilômetros


O Departamento de Estradas de Rodagem está testando um tipo de piso cimentado para
ser utilizado na construção de uma ciclovia ligando Campinas, VALINHOS e VINHEDO. Os
testes estão sendo feitos na frente do Itamaracá Mall, proximidades do colégio Porto Seguro, em VALINHOS, por onde passa a Estrada da Boiada. A ciclovia terá um total de 11 quilômetros de extensão, ligando o Parque Prado, em Campinas, até VINHEDO, na divisa com VALINHOS. O Exército autorizou a retirada de terra da beira da pista na região da Remonta, em área de sua propriedade, para que seja construída a ciclovia no trecho entre o Itamaracá Mall e Campinas.



A ciclovia deverá ser construída com concreto avermelhado, sendo a parte em concreto cinza reservada para pedestres. Tratores retiram diariamente terra e nivelam barrancos para criar um ‘acostamento’ por onde passará a ciclovia.
Fonte: RFN

Foto da semana


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Após 10 anos, Lance Armstrong desiste de lutar contra acusação de doping


WASHINGTON - O ciclista Lance Armstrong anunciou nesta quinta-feira, 23, que vai deixar de lutar contra as acusações de doping feitas contra ele há mais de uma década. "Chega um momento na vida de qualquer homem em que ele tem que dizer 'É suficiente'", anunciou o heptacampeão do Tour de France em um comunicado à imprensa norte-americana.

Segundo jornal dos EUA, a lenda viva do ciclismo deve perder sete títulos conquistados no Tour de France e a medalha de bronze que ganhou nas Olimpíadas de 2000


Lenda do ciclismo, o norte-americano Lance Armstrong venceu sete títulos do Tour de France
O atleta citou o impacto que o processo teve sobre sua família e seu trabalho como justificativa para decidir "acabar com essa bobagem". Sobrevivente de um câncer, Armstrong é presidente de fundação Livestrong, que ajuda pessoas com a doença.

Segundo o jornal The New York Times, o ciclista será destituído dos sete títulos conquistados no Tour de France, da medalha de bronze que ganhou nas Olimpíadas de 2000 e dos outros títulos vencidos desde agosto de 1998.

A agência antidoping dos EUA (Usada) acusa o ciclista, de 40 anos, de ter participado de um esquema sistemático de doping de 1999 até 2005.

No último dia 29 de junho, a Usada decidiu, de forma unânime, apresentar formalmente acusações de doping contra Armstrong e vários membros da equipe do ciclista.

Após considerar que haviam indícios suficientes contra Armstrong, a agência decidiu que o caso devia seguir adiante e deu ao ciclista a oportunidade de se defender perante uma comissão de arbitragem.

Armstrong afirma ser inocente e nega categoricamente ter usado doping, mas a agência garante que pelo menos dez ex-companheiros do ciclista podem testemunhar contra ele e que existem exames de sangue que são "totalmente consistentes" com a acusação de doping.

fonte jornal Estado de São Paulo

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Um voto pela bicicleta - Por Ana Paula Padrão



A renomeada jornalista, Ana Paula Padrão, escreveu um artigo sobre bicicleta. Alguns podem achar estranho ela escrever algo relacionado as bicicletas, mas a Ana Paula fez uma excelente reportagem pedalando nas ruas de Londres durante os Jogos Olímpicos 2012.



Na matéria, a jornalista ficou fascinada pela tranquilidade que teve ao longo de toda sua pedalada e o respeito que os ingleses têm aos ciclistas. Enfim, não poderia deixar de escrever tal artigo abaixo, principalmente que ontem foi o dia nacional do ciclista. Confira:

"No meio das Olimpíadas de Londres, um ciclista foi atropelado e morto por um ônibus. Aconteceu perto do Parque Olímpico, na avenida de saída dos double-deckers - aquele ônibus vermelhos de dois andares que transportavam jornalistas e técnicos indo e vindo de seus hotéis. Era noite e o ciclista estava sem capacete. Confesso que não apurei de quem foi a culpa, mas posso atestar que o caso ganhou espaço e repercussão em todo o noticiário local. Os ônibus daquela linha foram suspensos por algumas horas. Ruas foram fechadas. Formou-se um gigantesco congestionamento.

Mas foi uma exceção. Em geral, ciclista é muito bem tratado no trânsito nem sempre fluido da cidade. Há faixas especiais para eles. Semáforos que indicam quando ele tem a preferência. Os motoristas os respeitam. E eles respeitam a fragilidade de sua condição sobre duas rodas usando equipamentos adequados. Roupas reflexivas, capacetes, luvas.

A bike, lá, não serve só pra passear. Trata-se de um meio eficiente de transporte. Até o primeiro ministro vai para o trabalho em duas rodas! A convivência entre bicicletas e outros veículos é civilizada e cortês. Por isso um acidente como aquele chamou tanta atenção.

Leio uma pesquisa que diz que quanto mais bicicletas tem uma cidade menor é o número de acidentes envolvendo ciclistas. Faz sentido. O respeito mútuo vem com o hábito. Mas, para que o hábito prevaleça, é preciso que haja regras. É o que não temos nas cidades brasileiras. Regras e punição para quem as descumpre.

Estou em Barcelona agora, em férias. Vejo turmas de alegres ciclistas pedalando em faixas próprias, sinalizadas. Assim como em Londres, há pontos para aluguel de bikes. E numa cidade plana como essa, onde o verão é quente como o nosso, bicicleta é uma excelente opção.

Penso nisso e me dá uma pena da falta de planejamento, de segurança e de autoridade brasileiras. Mas as eleições municipais estão aí, batendo à nossa porta. Não custa lembrar que, para quem preza as leis que regem o saudável convívio social e a democracia, não há nada melhor e mais poderoso que o voto."

Artigo: Ana Paula Padrão (Jornalista)

Postado por: Guiné em 20/08/2012 18:11:00

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Checo é campeão no cross-country masculino; brasileiro fica em 24º


Com uma ultrapassagem na última volta, o checo Jaroslav Kulhavy foi o campeão do cross-country masculino, em prova realizada na manhã deste domingo. O brasileiro Rubens Valeriano ficou na 24ª colocação.
O começo da prova mostrou uma alternância na liderança entre Kulhavy e o suíço Nino Shurter. Na parte final da penúltima volta, o italiano Marco Aurelio Fontana assumiu o primeiro lugar.
Na volta final, Kulhavy e Shurter novamente protagonizaram um duelo particular e o checo levou a melhor por 1 s, completando a prova em 1h29min07s, contra 1h29min08 do suíço.



A medalha de bronze foi conquistada por Fontana, com o tempo de 1h29min32.
Rubens Valeriano alternou entre a 22ª e a 24ª posição durante toda a corrida, terminando com o tempo de 1h34min23s.
fonte Terra esportes

Foto da semana...


Vocês sabem o que é um Bike Box?



É uma área colorida retangular em um cruzamento sinalizado, que permite que os ciclistas esperem o tráfego com mais segurança.

A área do Bike Boxe é marcada em frente da linha de paragem para os motoristas, mas atrás da faixa de pedestre e tem espaço para acomodar vários ciclistas. fonte site Caloi.


terça-feira, 31 de julho de 2012

Quando chegará aqui?


O Google Maps passou a exibir na Europa e Austrália, uma nova ferramenta para auxiliar os ciclistas. O recurso, disponível nos Estados Unidos desde 2010, mostra ciclovias e regiões propícias ao ciclismo àqueles que buscam um determinado endereço na plataforma. A nova opção está ativa na versão do Maps para Android e mostra rotas sem montanhas ou obstáculos difíceis para quem está utilizando uma bicicleta como meio de transporte.

Olimpíadas 2012 - Conheça a pista do MTB cross country (helmet cam) UCI fez mudanças na pista de Mountain Bike




Organizadores das Olimpíadas de Londres anunciaram alterações no circuito de mountain bike, depois que receberam o gabarito dos atletas que competiram no evento teste do ano passado.

A competição teste foi praticamente um ano atrás, e os nossos representantes foram: Roberta Stopa e Rubens Donizete.

Partes do circuito, estabelecidas na região do Castelo Hadleigh, em Essex, serão alargadas para permitir mais ultrapassagens. E novos recursos foram adicionados para aumentar ainda mais a dificuldade ao longo do curso.

Um dos trechos mais questionados foram a subida principal, que foi ampliada e uma reforma na trilha da subida mais longa. Em relação ao trecho técnico dos drops, as alterações também foram feitas.

Cerca de 36 países são esperados para participar da competição do mountain biking do dia 12 de agosto: 50 homens e 30 mulheres.

Henrique Avancini pedalou na pista e comentou

O brasileiro Henrique Avancini não vai disputar a prova de Londres, mas ele realizou alguns treinos e fez uma análise técnica da pista:

"A pista é dura, mas o bom traçado e as curvas muito trabalhadas a deixam rápida, principalmente nas descidas. O piso é muito artificial, feito de uma espécie de saibro compactado com cascalho fino por cima, alternado com as sessões de drops de pedras. Apesar da aparência, os atletas mais técnicos não conseguirão fazer muita diferença na pilotagem em relação aos "tops" um pouco menos técnicos. A pista favorece atletas com grande potência e mais constantes, já os mais explosivos podem ter problemas na recuperação entre as sessões, o que pode pesar muito após a primeira meia hora de corrida."

Por: pedal.com

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Velódromo do Rio - Demolição ou deixar de pé?



A resposta final, no entanto, só depois das eleições municipais do Rio

O Velódromo da Barra, construído em 2007 anexo ao autódromo de Jacarepaguá, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, com a finalidade de abrigar provas de ciclismo dos jogos Pan Americanos de 2007, esteve (e, extraoficialmente, ainda está) fadado à demolição para as Olimpíadas de 2016.

Refém da especulação imobiliária na cidade do Rio de Janeiro, a estrutura foi construída no bairro de Jacarepaguá e, sem sair do lugar, hoje seu endereço é Barra da Tijuca, o bairro vizinho mais rico e com grife. Sabidamente inadequado para uma competição olímpica desde a época em que foi erguido para o Pan, quando o Rio sequer era candidato a sediar as Olimpíadas de 2016 (mas que já se sabia que viria a ser), sua pista não foi feita com inclinação de acordo com as normas do Comitê Olímpico Internacional (COI), bem como a existência de pontos cegos, graças às pilastras de sustentação do teto, também já contrariavam as convenções da organização dos jogos.

Em uma área "nobrelizada" na marra e nos cifras, onde terrenos que pouco valiam em Jacarepaguá passaram a valer fortunas ao abrigo da geografia da Barra da Tijuca, uma forma de evitar a perda do espaço "nobre" foi levantada: demolir o famigerado velódromo e erguer outro, no mesmo local, mesmo as estruturas atuais ainda em perfeito estado de conservação. Reformar, talvez, não seria financeiramente tão vantajoso (para as construtoras, é claro).

Só que diante de tamanha negatividade da repercussão da possível demolição total de uma estrutura tão nova, e que custou R$ 14 milhões do dão sacrificado suor do povo carioca, o prefeito Eduardo Paes voltou atrás e agora se diz contra a tal demolição do velódromo. O local, agora, poderá ser reformado, o que era impossível antes.

É só parar para pensar: é preciso existir um balanceamento. De quê adianta dar trabalho para as construtoras, se for perder votos demasiadamente? Se a atual gestão perde o pleito municipal de agosto, quem dará trabalho para as coitadinhas das construtoras? Pode ser que o novo gestor não goste de ter esse tipo de amizade, ou então até goste, mas os amiguinhos são outros. Não é bom arriscar.

Pela saúde eleitoral, a saúde financeira das gigantes da engenharia e arquitetura terão que aguardar alguns meses - passar a época de eleição - para saber se poderão sanar sua fome carnívora de destruir e reconstruir, ou se terão que se contentar com o vegetarianismo de uma simples reforma.