terça-feira, 30 de abril de 2013

Bicicletas na Super




Está nas bancas "Bicicletas - O Guia Definitivo" publicado pela Revista Superinteressante. É uma daquelas edições que você compra e não quer jogar fora. Super completo a revista dá dicas de como peladalar nas cidades, como escolher o modelo certo de bike, locais e trilhas para se pedalar. Várias dicas úteis tanto para quem já pedala como para quem e quer começar a pedalar.

por Shimano brasil

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Vai Brasil


Ontem (dia 14 de abril), na Alemanha, o brasileiro Henrique Avancini faturou uma das provas clássicas de primavera do MTB internacional, chancelada pela União Ciclística Internacional, a 26ª Bundesliga de Munsingen. O ciclista fez história ao levar a melhor já que a prova é considerada uma das mais tradicionais e importantes no mundo.
Com isso, ele se tornou o primeiro brasileiro a vencer uma prova internacional válida pelo ranking da União Ciclística Internacional (UCI).
Confira abaixo o relato que Henrique postou em sua página do Facebook, contando detalhes desta conquista:
"Hoje conquistei a vitória mais impressionante da minha carreira. Venci a 26ª Bundesliga de Munsingen, na Alemanha, uma das clássicas de primavera do mountain bike internacional. O nível estava absurdamente alto. Mesmo largando como 52° do ranking mundial, alinhei somente na terceira fila.
Larguei muito bem e consegui entrar no primeiro single-track na 6ª colocação. No meio da primeira volta ataquei em uma subida para entrar na parte mais técnica do circuito. Mantive a liderança e fechei a primeira volta na frente. Eu estava tão bem que acabei partindo o pelotão e formando um grupo de quatro atletas. Na segunda volta o holandês Rudi Van Houts, da equipe Multivan-Merida, atacou e eu consegui acompanhá-lo. Eu ditei o ritmo na maior parte do tempo e no final da segunda volta fomos alcançados pelo espanhol José Hermida, ex-campeão mundial e medalhista olímpico.


Estive com eles e puxava o nosso trio a maior parte do tempo. Enquanto isso, outro grupo perseguidor formado por grandes nomes como os franceses Maxime Marrote e Stephane Tempier, os suiços Fabian Giger (atual 4° colocado do ranking UCI) e Thomas Litscher, o sueco Emil Lindgrem e outros grandes nomes nos seguiam de muito perto.Mas fomos mantendo a liderança e a cada volta me sentia mais confiante.
Na 6ª das sete voltas comecei a fazer alterações de ritmo e percebi que a dupla da Merida não estava tão confortável e que eu poderia não só me manter junto deles, mas também poderia tentar algo maior.
Abrimos a última volta e esperei para lançar somente um ataque que pudesse separá-los. Ataquei no meio da volta e Rudi Van Houts perdeu contato. Naquele moment, era só eu e o grande José Hermida. Mantive a calma e a concentração e não deixei a emoção de estar na frente de uma super estrela me abalar.
Fiz mais um ataque e percebi que ele tinha perdido alguns poucos metros. A cada seção técnica eu me mantinha rápido e concentrado e então atacava nas partes mais abertas para tentar abrir alguma diferença. Eu abria cerca de 10-15 metros e era alcançado. A parte final do circuito era mais estreita e com muitas curvas e eu sabia que seria difícil ser ultrapassado ali. Então diminuí o ritmo e quando saímos na reta de chegada arranquei com tudo que podia para me tornar o vencedor de uma das grandes provas da Europa. Foi realmente incrível e mágico. Eu fiquei fora de mim por alguns minutos.
O Pódio foi formado só por estrelas com Hermida (ESP), Van Houts(HOL), Fabian Giger(SUI) e Maxime Marrote (FRA), mas tinha um desconhecido no degrau mais alto com a camisa da Caloi, e representando o Brasil...
Com certeza saí da prova com uma grande vitória, porém mais do que isso, provei para mim mesmo que: SIM, É POSSÍVEL!
Agradeço a Deus pela vitória e por ter colocado em minha vida pessoas tão importantes que fazem toda a diferença não só na minha carreira, mas também em minha vida.
Essa é pra vocês!"

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Bicicletas elétricas: mobilidade para idosos?


De uma forma pouco racional posicionei-me contra as bicicletas elétricas. Produto típico para usuário sedentário, que não abre mão do conforto de se deslocar sem fazer esforço. Mas, a coisa de poucos dias, o meu amigo Peters chamou-me à atenção quando escreveu que as bicicletas elétricas prestam-se, e muito bem, ao aumento no raio de mobilidade dos idosos.
Foi o que eu precisava para enxergar as bicicletas elétricas por outro ponto de vista. Os estudiosos já apontam que estamos entrando em um processo de transição demográfica e que as taxas de crescimento populacional são maiores justamente na faixa de 60:

 

A população idosa que já apresentava um crescimento entre 1990 (7,2%) e 2010 (10%), terá uma maior intensidade de crescimento a partir de 2020, passando de 28,3 milhões (13,7%) para 52 milhões (23,8%) de idosos em 2040, quase um quarto do total de habitantes do país. Autor: Mendes et al.
Evidentemente que me incluo nessa perspectiva! Porém não me vejo como usuário de tal bicicleta, pelo menos por enquanto. Acontece que existem milhares de idosos com problemas sérios de mobilidade, acrescido de outros usuários com déficits locomotores que podem se beneficiar dessa tecnologia.
Já é possível ver nas ruas alguns usuários de cadeira de rodas por acionamento elétrico, comodidade excepcional para quem tem dificuldades de locomoção por causas diversas. Mas, o que falta a estes e aos usuários de bicicletas em geral, é um espaço para se locomover.


Sim, estamos falando de ciclovias, ciclofaixas e compartilhamento das vias urbanans. Calçada não valem.
Aqui é justamente onde reside o maior problema. Se como ciclistas capazes, isto é, com habilidades suficientes para pular meio-fio, buracos, escapar de motoristas imprudentes, sofremos um bocado nos deslocamentos urbanos, imagine-se com problemas de mobilidade! Aqui em Curitiba, as ciclovias não se ligam entre si e, em sua maioria esmagadora, não se prestam para levar os ciclistas aos terminais de ônibus, supermercados ou mesmo aos centros administrativos nos bairros (Ruas da Cidadania, no marketing curitibano típico).
A população idosa está crescendo, o número de usuários de bicicletas está crescendo, os engarrafamentos estão crescendo mas, ações que promovam o uso do modal ciclístico estão todos na gaveta. Nós ainda não conhecemos o significado da palavra cidadania, infelizmente.
A cidade e os cicliativistas ainda estão em lua de mel com o novo prefeito. O que eu quero ver são ações imediatas e de médio e longo prazo pensando na população que, por necessidades diversas, precisa se locomover em bicicletas movidas por esforço próprio ou eletricamente. A cidade pensada nos carros não pode mais ser o critério de planejamento.

http://pedaleiro.com.br

terça-feira, 26 de março de 2013

Rastreador vai disfarçado no suporte da caramanhola da bike


A empresa BikeSpike, baseada em Chicago, nos EUA, lançou no mercado um rastreador GPS para ser levado no suporte da caramanhola e, assim, aumentar as chances de recuperar uma bike roubada.



O GPS funciona conectado a um smartphone, o que facilita o usuário a rastrear sua bicicleta. O rastreador vai disfarçado no suporte e pode ser conectado a partir da internet ou via iOs ou app Android.


http://bikespike.com/

Pedal Animal 29/03/2013


ESCRITO POR TAMNIL SAITO    

Em função do feriado do dia 29 de março estaremos realizando um PEDAL ANIMAL, no Armazem do Limoeiro; entre Cabreuva e Itú O circuito tem aproximadamente 30 km, pouco sombreado, muita subida, alguns trechos com pedras soltas, com médio grau de dificuldade O pedal será rápido, estamos prevendo pouquíssimas paradas, será mais próximo de um treino do que passeio rápido.



Previsão de encontro as 08:00 horas sob o viaduto da Via Anhanguera, antes do Pedágio de Valinhos Interessados deverão providenciar o veículo para levar sua bike.

Não será aceito ciclista sem EPI´s, ferramental, peças de reposição, água e alimentação É imprescindível fazer a inscrição com Glauco (celular 9111 2421)

LAMA + BIKE = DIVERSÃO


Efeito


sexta-feira, 15 de março de 2013

10ª edição da Cape Epic

Neste domingo (17 de março) começa a 10ª edição da Cape Epic, na África do Sul, uma das principais e mais desafiadoras ultramaratona de mountain bike do mundo. O percurso, que é cumprido obrigatoriamente em duplas, tem 698 quilômetros e será disputado em 8 etapas, com a final em 24 de março. Os mais festejados bikers fazem questão de encarar a prova. Nesta edição estão duplas como Nino Schurter e Florian Vogel, Christoph Sauser e Jaroslav Kulhavy, e Marco Fontana e Manuel Fumic, que despontam entre os favoritos. Sauser, vale lembrar, é tricampeão da Cape Epic e venceu as duas edições anteriores com o parceiro Burry Stander, que morreu após ser atropelado por um carro. Já seu novo parceiro, o tcheco Jaroslav Kulhavy, estreia na disputa após marcar seu nome na história ao faturar a medalha de ouro no cross country dos Jogos de Londres.




Para Sauser, a Cape Epic de 2013 está com um percurso tão percurso tão equilibrado que ele não vê uma “etapa rainha”. “As dificuldades terão de ser encaradas na hora”, afirma.

“Estou ansioso para a etapa de Stellenbosch, porque parece bem dura e porque vai terminar na minha cidade natal. Ou seja, motivação extra”, diz. Para ele, a Cape Epic é o “Tour de France dos mountain bikers”.

A rota, que muda significativamente a cada ano, prevê reunir 1.200 atletas, entre campeões mundiais e amadores por percursos de duras subidas e muitos desafios. A corrida termina em Wine Estate Lourensford, como tem sido tradição desde 2007. Pela sexta vez na história da Cape Epic, os bikers vão competir em um prólogo, que será feito na Wine Estate Meerendal.

Do Brasil, a torcida vai para Abraão Azevedo, que fará dupla com o alemão Nico Pfitzenmaier. O biker de Brasília foi três vezes campeão brasileiro e venceu o mundial na categoria máster em 2011. Em 1998, foi o campeão pan-americano de mountain bike.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Luiz Razia na F1 2013

SÃO PAULO (Bahia também) – Luiz Razia, vice-campeão da GP2, baiano arretado, fechou com a Marussia e será companheiro de Max Chilton na única dupla 100% estreante de 2013. Pelas contas do amigo Rodrigo Mattar, será o 30° brasileiro a largar em um GP na história. A equipe não é novidade para ele. Em 2010, quando estreou como Virgin, o time o tinha em seus quadros como piloto-reserva (foto). Depois, Razia vestiu uniforme da Lotus verde, também, e chegou a participar de treinos livres em fim de semana de GP na China e no Brasil, em 2011. No ano passado, participou dos testes de novatos pela Force India e pela Toro Rosso. Campeão sul-americano de F-3 em 2006, há sete anos Razia exerce intensa atividade em categorias internacionais, como A1GP, F-3000, World Series e GP2. Sua melhor temporada, sem dúvida, foi a passada com o vice na série que antecede a F-1. Perdeu o título para Davide Valsecchi no final, mas foi ao pódio nove vezes e venceu quatro corridas.
Jovem, 23 anos, tem, portanto, uma boa experiência e um currículo bastante aceitável. É simpático, sorridente, bom de mídia e de microfone (fez várias participações em programas da Globo no ano passado, especialmente). Passei a prestar mais atenção no rapaz quando, em outubro de 2006, por conta própria, colocou um adesivo do meu site, o Grande Prêmio, em seu carro de F-3. Achei muito simpático. Tem a foto aqui. Não havia interesse algum envolvido. Ele, apenas, sempre foi leitor do site, fã da gente, essas coisas. Quando fechou com a Virgin, no fim de 2009, até brinquei que estávamos, finalmente, colocando nosso primeiro piloto na F-1. O que sempre me intrigou nessa trajetória de Razia foi a ausência de patrocinadores pessoais. Tudo indica que os degraus foram sendo vencidos graças à fortuna de sua família. Não sei avaliar com precisão quanto foi gasto até chegar à F-1, mas não é segredo para ninguém que nas categorias menores, com raríssimas exceções, só se corre pagando. Esses treinos pela Force India e pela Toro Rosso, igualmente, não devem ter sido baratos. Em geral, os pilotos jovens obtêm suas vagas com patrocínios. As equipes vivem disso no mundo inteiro. No caso de Razia, nunca houve envolvimento de empresa alguma. Esse cockpit deixado vago por Timo Glock na Marussia tem valor estimado em US$ 10 milhões. Um pouco mais, um pouco menos. Estamos tentando levantar, no Grande Prêmio, se há patrocinadores brasileiros que vão ajudá-lo. A própria assessoria do piloto se disse surpreendida hoje quando a informação foi veiculada pela primeira vez, na Sportv, e não soube nos informar. Cumpre lembrar, porque é informação de domínio e interesse público, que a mãe de Razia, Ana Elizabete Vieira Santos, foi detida em dezembro de 2011 na operação Terra do Nunca da Polícia Federal, que investiga esquema de grilagem de terras em São Desidério, cidade próxima a Barreiras, no oeste da Bahia, onde ela era tabeliã. O caso ainda está na Justiça. Ela já havia sido condenada, segundo este link do Terra aí em cima, a mais de oito anos de prisão por falsificação do livro de protocolo de seu cartório. Não sei de onde vem o dinheiro para a vaga de Razia na Marussia. Tomara que seja de grandes patrocinadores dispostos a apostar na carreira de um garoto que é rápido e obstinado nas pistas. fonte - Flávio Gomes

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Mark Webber relata decepção com Armstrong

Piloto da Red Bull desde 2007, Mark Webber já foi um grande fã e amigo pessoal de Lance Armstrong. Em sua coluna publicada no site da rede britânica BBC, o australiano relata que desconfiava do doping do americano antes mesmo de ele confessar o uso de substâncias proibidas para conquistar o heptacampeonato da Volta da Franla, o que fez neste mês de janeiro. Fã de ciclismo, Webber utiliza a preparação em bicicletas como parte de seu treinamento e passou a admirar bastante Armstrong após os dois primeiros títulos deste na Volta da França, em 1999 e 2000.
O australiano leu o livro de Armstrong ("It's Not About The Bike") e se inspirou com a história de superação do ex-ciclista, que sobreviveu a um câncer no testículo entre 1996 e 1997 antes de brilhar no esporte. “Tenho certeza de que meu avô teria encontrado uma inspiração tremenda no livro de Armstrong se a história tivesse ocorrido dez anos antes”, aponta Webber, lembrando que seu avô, o qual classifica como “um dos maiores heróis e uma de suas maiores influências”, passou o último ano e meio de sua vida lutando contra o câncer – o piloto, hoje com 36 anos, tinha 14 na época. Foi nesse contexto que Webber, como reserva do italiano Giancarlo Fisichella e do britânico Jenson Button na Benetton, aproveitou o Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2001, em Indianápolis, para visitar o hospital no qual Armstrong foi tratado para o câncer. “Eu queria ver as pessoas que o trataram e fazer algumas perguntas sobre como ele era, sabendo que provavelmente eu não passaria da recepção”, diz o australiano, falando sobre o Centro Médico da Universidade de Indiana. Para sua surpresa, dois dias depois da visita ele recebeu um telefonema de Latrice Haney, a enfermeira que trabalhou de maneira muito próxima junto a Armstrong. Webber diz que o episódio, aliado aos “rumores persistentes” segundo os quais Armstrong seria um mentiroso e usaria substâncias proibidas, e às “longas conversas” com o jornalista Paul Kimmage, levaram-no a perceber que o americano “não era tudo aquilo que eu esperava”. Ex-ciclista, o irlandês Kimmage foi um dos principais nomes que ligou Armstrong ao doping, escrevendo para o jornal britânico The Sunday Times. “Armstrong era desafiador o tempo todo; ele acreditava que estava limpo”, analisa Webber. “Isso ainda estava evidente na entrevista que deu a Oprah Winfrey. Ele admitiu que usava doping, mas não via isso como um modo de trapaça”. “Ele não estava preocupado com as ramificações e com as pessoas que estavam moralmente no lugar certo da ponte; tudo era sobre o 'Planeta Lance'. É por isso, Lance, que a ‘pena de morte’ não é pesada demais. Você roubou muitas pessoas por tanto tempo e tratou o resto de nós como idiota”, diz Webber, analisando que o banimento de qualquer tipo de competição esportiva pelo resto da vida é uma penalização justa para o americano. Dizendo que se distanciou do ciclismo de competição embora ainda utilize o esporte como treinamento, o australiano termina sua coluna lamentando pelos ciclistas que não tiveram o nome reconhecido e que poderiam ter desafiado “caras como Armstrong, Ivan Basso, Jan Ullrich, Alexander Vinokourov, Alberto Contador, Richard Virenque” – ele cita nomes de atletas famosos da modalidade envoltos em escândalos de doping. “Tristemente, nós não sabemos o nome desses ciclistas, mas em meu reconhecimento eles estão moralmente muito à frente desses caras”, afirma Webber, antes de concluir. “A vida é cheia de escolhas. Claro, nenhum de nós é perfeito, mas no final a aura sempre triunfa”. Fonte: TerraF1

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Pedal da nova bike da Jhê


Bike elétrica PiCycle Limited

“Projetada, desenvolvida e fabricada na Califórnia.” É com esse slogan que a bike elétrica PiCycle Limited chega ao mercado nos Estados Unidos. Mais que uma reação à invasão estrangeira no mercado ciclístico dos últimos anos que levou para a Ásia a indústria e, consequentemente os empregos também, a nova empresa quer oferecer aos americanos um produto nacional e ecologicamente correto. O diferencial da Picycle é o grande tubo redondo de alumínio que se destaca no design e leva em seu interior a bateria e outros componentes elétricos. Modelo de design revolucionário tem o motor de 1.300 Watts embutido no quadro e transmissão por correia dentada Gates

Novidade!

Novidade!