quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Bike neve...

Eurobike 2010 - Novidades da Rock Shox

Empresa entra na briga dos canotes telescópicos

A gigante das suspensões se apresentava em um estande não só com toda linha de produtos, mas também com um painel muito interessante, onde mostrava produtos antigos. Pra quem não sabe, a Rock Shox foi a primeira empresa a produzir um garfo de suspensão para bicicletas, em 1989, e esse painel contava um pouco da trajetória dos produtos da empresa

Como não podia deixar de ser, grandes novidades foram apresentadas:

:: Canote Reverb
Entrando na tendência dos canotes com ajuste de altura, a Rock Shox lança o seu modelo Reverb. Será oferecido nos diâmetros 30.9mm ou 31.6mm e comprimento de 380mm ou 420mm. O curso de funcionamento é de 125mm, com possibilidade de parar em qualquer ponto intermediário. Outra característica é o uso do sistema hidráulico XLoc, o mesmo das travas das suspensões XX, como mecanismo de acionamento, e é compatível com MatchMaker X. O peso total do conjunto é de 515g.

O que mais diferencia o Reverb dos concorrentes é que o acionamento é feito por sistema hidraulico do guidon e não por cabo de aço, além do ajuste de velocidade de retorno.




:: SID 120mm

O modelo top de linha de suspensão dianteira para cross-country ganhou uma nova versão com 120mm de curso e eixo opcional de 15mm, já usando o novo eixo quick release Maxle Lite. Essa versão é oferecida em toda a linha, da XX World Cup até a RLT.

Todos os modelos, tanto a versão 80/100mm quanto a 120mm, possuem agora a opção de steerer cônico, com uma versão também em carbono que tira 100g do conjunto. Todos os modelos também contam agora com sistema de retorno dual flow. Para os modelos World Cup, surge a opção de um acabamento em Keronite, o que tira mais 20g. Com todas as inovações, o modelo mais leve fica na casa dos 1345g.



:: Sektor

Baseada na plataforma do modelo Revelation, a Sektor veio para substituir as linhas Recon Trail e Pike em 2011. A suspensão é indicada para Trail, All Mountain e Enduro, sendo oferecida com diversas opções: eixo de 9mm, 15mm ou 20mm com Maxle Lite; espiga de 1 1/8", 1.5 ou cônica e curso que vai de 100mm a 150mm, com regulagem interna ou externa dependendo do modelo.

No total, são 9 versões, com diferentes combinações das principais tecnologias da marca, como: Motion Control, TurnKey, Coil U-Turn e Solo Air. Também existem opções com trava, podendo ser no guidon via pushloc ou poploc. O peso varia entre 1788g e 2119g.



:: Domain DC

A já consagrada suspensão de freeride Domain ganhou uma versão dual crown, colocando a Rock Shox no mercado de suspensões acessíveis para freeride e downhill. Essa nova versão é oferecida com 200mm de curso e não mais 180mm como no modelo single crown. Como sua irmã menor, conta com bengalas de 35mm em cromo e sistema de amortecimento Motion Control IS, com controles externos de compressão em baixa velocidade e retorno.



:: Tora TK
A linha de entrada de suspensões dianteiras para XC e Trail ganha uma versão mais simples da família TORA, que substitui o antigo modelo Dart 3 para 2011, levando as bengalas de 32mm para um nível mais acessível. O modelo tem canelas de magnésio e pode ter o curso alterado entre 80mm, 100mm e 120mm, com controle externo de retorno e trava.

:: Nova nomenclatura
A Rock Shox, visando simplificar o entendimento do público em relação a seus produtos, modificou a nomenclatura dos garfos e suspensões, trocando nomes como Race, Team e SL, por siglas que remetem às características de cada modelo, conforme a tabela abaixo:

Nomenclatura - Tradução

R - Retorno

L - Trava

T - Threshold (Flood Gate)

C - Compressão

C2 - Compressão em alta e baixa velocidades

TK - Turn Key

RLT - Motion Control - Retorno, Trava e Flood Gate

RLT Ti - Black Box Motion Control - Retorno, Trava e Flood Gate

RC2 DH - Mission Control DH (Lyrik/Totem) - Retorno, Compressão em alta e baixa velocidades

RC2L - Mission Control (Lyrik/Totem) - Retorno, Compressão em alta e baixa velocidades e trava

R2C2 - Mission Control DH (BoXXer Team) - Retorno no inicio e no final do curso, Compressão em alta e baixa velocidades

World Cup - Top de linha

:: No Brasil
A Rock Shox é distribuida no Brasil pela Pro Parts (http://www.proparts.esp.br/) e o site oficial é: http://www.rockshox.com.br.

Calculando inclinação

Se vc tem um GPS,fica bem fácil...Mas se o equipamento eletrônico mais avançado que vc tem na bike é o seu "velocímetro" ,aí tem que fazer continha...
E se vc não curte cálculo,paciência...Lembra quando os professores daquelas aulas de física/geometria/matemática dizam que tudo isso seria importante pra sua vida,mas vc não acreditava???? rs....



Os dados que vc vai precisar são :

- Altitude no início da subida, relativa ao nível do mar, em metros

- Altitude no final da subida, relativa ao nível do mar, em metros

- Distância total da subida, em metros.

Com estes números em mãos, aplicamos a simples fórmula :

G = ((Af – Ai) / Dt) x 100 ; Onde:

G = Gradiente (este é o número que queremos descobrir).

Af = Altitude no final da subida, relativa ao nível do mar, em metros.

Ai = Altitude no início da subida, relativa ao nível do mar, em metros.

Dt = Distância total da subida, em metros.



Utilizando como exemplo o Monte Catria, que foi um dos trechos de escalada na 16ª etapa do Giro d´Italia de 2009, entre Pergola e Monte Petrano. A escalada começa aos 492 metros de altitude, em Chiaserna, e chega aos 1368 metros, em um percurso de 11 quilômetros.
Aplicando a fórmula, temos:

AF = 1368

AI = 492

DT = 11.000

G = ((1368 – 492) / 11000) x 100

G = 7.96

O resultado foi 7.96%.Para os profissionais especialistas em subidas, esta escalada é bem fácil. Mas podemos considerar que gradientes acima de 4% já impõem uma boa dose de dificuldade para o atleta mediano. Há algumas subidas importantes no cenário internacional que apresentam percentuais bastante altos, como é o caso do Angliru, na Espanha, que chega a incríveis 23% em certos trechos. A nossa imponente Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, possui 9.2% de pendente média, mais até do que o temido Alpe D´Huez, na França, com seus 7.9% de pendente média.

O que é Pendente média???? Quando calculamos o gradiente tendo como base apenas a diferença entre o ponto inicial e final da subida, chegamos à pendente média. Este é um valor generalizado, que não leva em consideração eventuais trechos mais ou menos inclinados durante a subida. Este foi o caso do nosso exemplo acima, do Monte Catria.

Agora pega a calculadora e brinca um pouquinho...Quando fizer a conta da "Subida da Casinha" manda pra gente o resultado....



Fonte Bike Blog SJC

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Foto da semana

Obelisco de bicicletas

Os artista californianos Mark Grieve e Ilana Spector criaram um obelisco de quase 20 metros e pesando mais de quatro toneladas e meia. Na construção foram usadas 340 bicicletas e um triciclo. Com o nome de “Cyclisk”, ele foi instalado eum uma esquina de Santa Rosa, na Califórnia. As bicicletas vieram de doações da comunidade.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Trekking Joaquim Egídio


A equipe Amatrilha e o Rest. Vila Paraíso, em Joaquim Egidio no 18 de Setembro vai promover o Trekking da Vila, que vai percorrer entre trilhas e estrada, passando pelas margens do Rio Atibaia. Está trilha terá o percurso de 12 km com nível de dificuldade baixo.

Durante o percurso haverá carro e apoio e parada para hidratação.
O valor da inscrição é de R$ 60,00 com direito a água, frutas e 3 opções de almoço.
Inscrições pode ser feitas através de depósito na conta corrente 8768-8, agência 4039-8, banco do Brasil em nome de Roberto Carlos Pinheiro.

Cordialmente;
Roberto Pinheiro
Equipe Amatrilha
Tel: 19 -9175-0110
e-mail: amatrilha@gmail.com

Campeonato Mundial MTB Master

Confira também a programação do evento

As disputas do Campeonato Mundial de Mountain Bike Máster já começaram nessa sexta-feira às 8h30 com as categorias femininas de cross country (divididas de acordo com as faixas etárias), que largaram com intervalos de 30 segundos entre as categorias.
O evento terá transmissão e narração ao vivo o dia todo, até o domingo, pela internet com imagens da chegada do do cross country e do downhill

Em seguida, às 10h30, largarão os homens das categorias 55-59 anos e os atletas com mais de 60 anos.

:: 28 PAÍSES
Estão inscritos 550 atletas vindos de 28 países que vão competir nas modalidades cross country olímpico (XCO) e downhill (DHI) em sete categorias divididas em faixas etárias dos 30 até 60 anos.
O evento terá participantes da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Barbados, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, França, Grã Bretanha, Irlanda, Itália, Jamaica, México, Moçambique, Noruega, Peru, Suécia, Suíça, Uruguai e Venezuela.
O Brasil tem quase 300 atletas e a Argentina é o país estrangeiro com maior número de inscritos, com cerca de 100 ciclistas. O Chile vem em segundo com 48 inscritos e a Colômbia e a Venezuela comparecem com 13 atletas cada. A Europa, grande força do mountain bike mundial, estará presente com grandes nomes. A Itália tem 14 atletas inscritos e a França 10 atletas.

foto

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novo patrocinador da Ferrari depois do julgamento de ontem. Enviada pelo Ricardo Divila

Edivando de Souza Cruz comenta sua participação no Mundial MTB

Atleta disputou nove edições da competição
O atleta Edivando Souza Cruz participou no último final de semana do Campeonato Mundial de Mountain Bike, que aconteceu na cidade de Mont Saint-Anne, no Canadá.
Competindo com os maiores atletas do MTB de todo o planeta, o atleta de Ilhabela ficou com a 59ª colocação na classificação final. O circuito é uma das referências em provas de cross country, sediando o Mundial pela segunda vez e por várias vezes etapas da Copa do Mundo.

Veja abaixo o depoimento de Vando:
"Foi umas das provas mais difíceis de que já participei . De 2005 pra cá estive em quase todos os Mundias e achei esta a pista mais dura dos últimos anos. Apesar de ter competido aqui em 2007, este ano estava mais travada. Também choveu muito na noite anterior à prova e durante a manhã e, com isso, o piso ficou mais pesado em alguns trechos e escorregadio em algumas descidas. Durante a largada o tempo abriu novamente, depois voltou a chover e parou novamente... Com isso a pista mudava e exigiu mais ainda na parte de pilotagem.

Alinhei na quinta fila entre os 60 e fiz uma boa largada. Logo no meio do start loop consegui me colocar entre os 30 primeiros, mas quando chegamos na trilha começou o empurra bike e perdi algumas posições. Neste momento me preocupei em não cair e passar estes trechos e então seguir no ritmo. Logo na segunda volta comecei a sentir dor nas costas e senti que meu rendimento caiu também nas subidas. Com isso me concentrei para me manter na prova, pois vinha bem colocado.
Depois da muita batalha conquistei a 59º colocação. Graças a Deus não tive nenhuma queda nem problemas com equipamento e o resultado ficou dentro de uma média em relação aos outros anos. Creio que nesta temporada foi muito importante a participação nas provas internacionais, pois as pistas são muito mais técnicas que as do Brasil. É bom se atualizar, se não ficamos mal acostumados a competir prova rápidas em que conta muito a parte física; no Canadá é preciso muita técnica e também trabalhamos a musculatura de uma forma diferente.

No dia seguinte à prova acordei com dores na panturrilha e tronco, por tanto fazer força na parte de descida, em posições mais inclinadas, por isso também as pernas chegam a travar um pouco durante a prova.
Agora é seguir em frente e se preparar para as próximas provas. Fiquei muito feliz que na somatória do meu resultado junto com o do Rubens Donizete e Ricardo Pscheidt, alcançamos a 11º colocação no ranking de nações neste mundial. Isso é uma motivação para nós sabermos que temos condições de estar bem classificados dentro do critério da UCI, em que pontuam os 3 melhores classificados de cada nação por prova.

A experiência de estar no Canadá por uma semana foi muito proveitosa. Além de andar na pista da prova, também tive oportunidade de treinar em várias trilhas da região. Outro ponto legal é estar ao lado de grandes nomes do nosso esporte, como Julian Absalon, Nino Shurter e José Hermida, que venceu a prova este ano.

Gostaria de agradecer aos meus patrocinadores e apoiadores (ProShock, Scott, Vzan e Santa Rita Iluminação, Shimano, Pro, Maxxis, Calypso, HE Treinamento Esportivo, Joe’s No Flats e Ryders) e a Confederação Brasileira de Ciclismo (patrocínio Banco do Brasil), responsável pela delegação brasileira no Canadá.”

MTB - Ilha bela

FIA divulga calendário da F1 em 2011, e Brasil volta a encerrar temporada

A FIA aproveitou a reunião desta quarta-feira (8) no Conselho Mundial para o julgamento da Ferrari e divulgou o calendário da temporada 2011 da F1. Assim como este ano, o GP do Bahrein vai abrir o Mundial no dia 13 de março. A principal alteração ficou por conta do encerramento, que volta a ser no Brasil, no dia 27 de novembro.

A categoria vai contar com mais um estreante em 2011, totalizando 20 corridas até novembro – uma a mais que este ano. A Índia fará o seu primeiro GP da história em outubro, no dia 30. A corrida indiana será a antepenúltima do campeonato.




13/3
GP DO BAHREIN
Sakhir

27/3
GP DA AUSTRÁLIA
Melbourne

10/4
GP DA MALÁSIA
Sepang
17/4
GP DA CHINA
Xangai

8/5
GP DA TURQUIA
Istambul

22/5
GP DA ESPANHA
Barcelona

29/5
GP DE MÔNACO
Monte Carlo

12/6
GP DO CANADÁ
Montreal

26/6
GP DA EUROPA
Valência
10/7
GP DA INGLATERRA
Silverstone

24/7
GP DA ALEMANHA
Nürburgring

31/7
GP DA HUNGRIA
Hungaroring

28/8
GP DA BÉLGICA
Spa-Francorchamps

11/9
GP DA ITÁLIA
Monza

25/9
GP DE CINGAPURA
Marina Bay

9/10
GP DO JAPÃO
Suzuka

16/10
GP DA COREIA DO SUL
Yeongam

30/10
GP DA ÍNDIA
Greater Noida

13/11
GP DE ABU DHABI
Marina de Yas

27/11
GP DO BRASIL
Interlagos

Fonte IG - Flávio Gomes